Raças de Cães

Basenji

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Antiqüíssimo cão, originário do Congo, imprevistamente ascendeu às honras da criação inglesa no último pós-guerra. O fato é que exinte em muitas tumbas da quarta disnatia egípcia, no ano 3600 A.C., um basenji deitado junto ao assento do dono, o que demonstra a antiguidade desta raça.

Depois do acaso do poderio do império egípcio não houve mais notícias desta raça, que se considerou extinta. EM 1870, os cães foram encontrados no território compreendido entre o Sudão e o Congo, que só então começava a ser explorado pelos europeus. Os indígenas prestavam-lhes cuidados especiais, apreciando-os muitíssimo como auxiliares para a caça. O cinólogo Arbanessi escreveu sobre este cão: "... depois do seu 'redescobrimento', converte-se, obviamente, em objeto de estudo para os homens de ciência, suscita o interesse imediato dos cinófilos, especialmente dos ingleses residentes no Egito e no Sudão, é levado gradativamente à Europa e, logo começa a ser criado ali.

Portanto, não podemos, com certeza, considerar o basenji um cão selvagem. Viveram muitíssimos anos sem contato com outras raças caninas, é certo, mas nunca regressou ao estado selvagem.

Também não podemos compara-lo com o dingo, o cão australiano, levado ali pelos homens, por terra, em tempos remotíssimos, logo voltando ao estado selvagem permanecendo assim muitos milhares de anos. Com o basenji não aconteceu nada parecido, sabiamente criado primeiro pelos egípcios, mais tarde pelos indígenas no Sudão e do Congo."

Conhecido por sua característica de não latir nunca, embora emita um estranho som entre o riso e o "jodel" tirolês, o basenji é considerado progenitor das raças terrier.

Atualmente. Habita em diversas localidades da África central, subdividindo-se em dois tipos: o que vive nas planícies e o que se pode encontrar nas alturas ricas em bosques. A variedade que se cria atualmente na Grã-bretanha seria originária de Kwango no Congo centro-ocidental.

OBSERVAÇÕES: A raça causou sensação quando apresentada pela primeira vez, em 1937, em Crufts, Londres. O dono os chamava "basenji", termo africano para o que é "do mato".

Esta raça gosta muito de legumes e verduras, que devem ser incluídas em sua dieta habitual. As cadelas têm apenas um cio por ano em vez de dois.

Outros nomes: Cão do Congo, barkless dog.

PADRÃO DA RAÇA: Bruno Tausz

Padrão FCI nº 043.

Origem: África Central;
Nome de origem: ;
Utilização: caça.
Classificação FCI -- - grupo 5 - Cães Spitz e Tipo Primitivo; seção 6 - Tipo Primitivo;

 

ASPECTO GERAL - cão de constituição leve, aparência aristocrática, com ossatura refinada, de membros altos em relação a seu comprimento, sempre equilibrado, alerta e inteligente. De orelhas eretas, cabeça enrugada, orgulhosamente portada; linha superior do pescoço bem arqueada na nuca. Peito profundo, com a linha inferior seguindo para um esgalgamento definido, cauda fortemente encaracolada, apresentando a figura de um cão bem balanceado, com a graça de uma gazela. Não late, mas não é mudo, tem um ruído próprio e especial, uma mistura de chacota com o canto do pássaro alpino. Notável por sua limpeza em todos os sentidos.
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TALHE - altura na cernelha: macho - 43 cm
                               fêmea - 40 cm
- - comprimento: (padrão não comenta).
- peso: macho - 11,000 quilos.
            fêmea - 9, 500 quilos.
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TEMPERAMENTO - uma raça atenta, inteligente e independente, mas afetuosa, podendo ser arredio com estranhos.
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PELE - (padrão não comenta).
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PELAGEM - curta, lisa e densa, muito refinada. Pele bem flexível.
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COR - preto e branco puros, vermelho e branco, preto, castanho e branco com marcação castanho e máscara, castanho e branco. O branco deve aparecer nas patas, peito e ponta da cauda. Pernas, estrela e colar brancos, não são obrigatórios.
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CABEÇA - plana, bem cinzelada, de largura média, afinando em direção à trufa, A distância do topo do crânio até o stop é ligeiramente maior do que a do stop até a ponta do nariz. Os planos das faces convergem gradualmente em direção a boca, conferindo um aspecto de bochechas lisas. Rugas profusas e refinadas aparecem na testa quando as orelhas estão empinadas; rugas laterais são desejáveis sem tendência a barbelas. As rugas são mais evidentes nos filhotes pela falta das nuanças na cor da pelagem e menos perceptível nos tricolores
  Crânio (padrão não comenta).
  Stop - leve
  Focinho (padrão não comenta).
  Trufa - preta
  Lábios - (padrão não comenta).
  Mordedura - fortes, com uma mordedura em tesoura perfeita, regular e completa, isto é, os dentes superiores sobrepondo-se próximos aos inferiores, e verticalmente inseridos.
  Olhos - escuros, amendoados, obliquamente inseridos, de olhar distante e expressão impenetrável.
  Orelhas - inseridas no topo do crânio pequenas, pontudas, ligeiramente em concha, de textura fina, portadas erguidas e voltadas para a frente.
As pontas das orelhas são mais próximas do plano longitudinal do crânio que dos extremos distais de suas bases.
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PESCOÇO - forte e de bom comprimento, sem ser pesado, bem arqueado na nuca e levemente cheio na garganta, seguindo com uma graciosa curva que acentua o arqueamento da nuca. Bem inserido nos ombros conferindo um porte orgulhoso à cabeça.
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TRONCO - balanceado com dorso curto e de nível. 
  Cernelha (padrão não comenta).
  Dorso (padrão não comenta).
  Peito (padrão não comenta).
  Costelas - bem arqueadas, profundas e ovais. 
  Ventre - esgalgamento bem definido.
  Lombo - curto, peito profundo subindo até o ventre. 
  Garupa (padrão não comenta).
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MEMBROS
Anteriores - retos, de ossatura refinada e antebraços muito longos.
  Ombros - bem inclinados, bem musculados, sem serem carregados. 
  Braços (padrão não comenta).
  Cotovelos - ajustados ao tórax. Visto de frente, os cotovelos ficam alinhados com as costelas; os membros na vertical, formando um antepeito médio.
  Antebraços (padrão não comenta).
  Carpos (padrão não comenta).
  Metacarpos - de bom comprimento, retos e flexíveis.
  Patas - pequenas, estreitas e compactas, com almofadas grossas, dedos bem arqueados e unhas curtas.
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Posteriores - fortes e musculosos, 
  Coxas (padrão não comenta).
  Joelhos - moderadamente angulados.
  Pernas - longas
  Metatarsos (padrão não comenta).
  Jarretes - curtos, corretamente direcionados para a frente. 
  Patas - pequenas, estreitas e compactas, com almofadas grossas, dedos bem arqueados e unhas curtas.
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Cauda - de inserção alta, com o contorno posterior das nádegas prolongando-se além da raiz da cauda, proporcionando aos posteriores uma aparência larga. Portada fortemente enroscada sobre o dorso e assentada lateralmente sobre a garupa, com uma volta simples ou dupla.
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Movimentação - os membros trabalham corretamente direcionados para a frente em passadas rápidas, rítmicas, longas, parecendo sem esforço.
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Faltas - avaliadas conforme a gravidade.
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DESQUALIFICAÇÕES - as gerais.
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NOTA: os machos devem apresentar dois testículos de aparência normal, bem desenvolvidos e acomodados na bolsa escrotal.

segunda 30 maio 2011 17:42 , em Raças de Cães


Akita

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Proveniente da Província de Akita na Ilha de Honshow é reconhecido como Patrimônio Natural Nacional do Japão.

Cão do tipo Spitz ou seja: cão de orelhas triangulares, cauda enroscada com a mesma aparência das raças nórdicas como o Husky, Samoyeda, Malamute do Alaska.

Sua origem mais admitida é a de que teriam sido feito cruzamentos entre o Kari, o mais antigo cão de Japão e o Chow Chines. Além de um excelente cão de guarda, foi criado também para a caça de grandes animais como o alce, o antílope, o porco do mato e o Yezo, um grande urso existente no Japão que pode chegar a até 350 kg.

Seus sentidos como a visão, o olfato, e a audição são muito apurados, isto faz do Akita um ótimo cão de guarda.

É um cão extremamente quieto, seu latido é considerado um alerta real, pois só late quando há alguma coisa errada.

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SUA EVOLUÇÃO

Na época chamada de Edo que foi de 1.603 à 1.867, apenas aos nobres era dado o direito de Ter um Akita, que era homenageado em cerimonias especiais.

Na era MEIJI que foi de 1.868 à 1.912 o Akita foi usado como cão de combate pois era moda no Japão como as rinhas de hoje. Nesta época o Akita foi cruzado com o Tosa , um forte cão japonês.

Por volta de 1.930 felizmente esses combates foram banidos pelo prefeito da província de Akita e a raça voltou a sua função inicial, que era a caça.

Em 1.927 para a preservação da pureza da raça que por pouco não foi extinta, foi criada a "Sociedade Akita Inu Hozankai "do Japão.

Quando em 1.931 foi considerado Patrimônio Natural Nacional, o governo japonês tomou todas as precauções para preservar a raça, até o ponto de interditar sua exportação.

Até hoje o Akita é tão importante para o Japão que o governo se encarrega de manter um campeão Akita, mesmo que seu proprietário não tiver condições de faze-lo. No Japão é chamado de "Ichi-Ban" que significa "numero um". A raça foi introduzida na Europa por volta dos anos 70. A introdução da raça nos Estados Unidos se deu após a guerra. Lá chegando houve uma mestiçagem com cães do tipo molosso e com pastores alemães, por volta de 1.940.

A grande diferença entre os dois tipos: o japonês e o americano fizeram com que ambos países desenvolvessem seus tipos separadamente criando assim o japonês do tipo spitz; focinho mais fino, orelhas eretas, não muito grandes e inclinadas para a frente, sua estrutura física moderadamente robusta, tipo de raposa.

O americano como característica uma estrutura física mais robusta, suas orelhas maiores, o focinho mais grosso e quase sempre de mascara negra, alem de poder ser malhado.

Depois de muito tempo, isto é em 1.992 ao padrão japonês foram acrescentados alguns detalhes que destinguiam os dois tipos, como a mascara negra, que foi considerado como falta e a cor malhada não considerada como preferida.

Assim seguiram os dois tipos, um caminho feito lado a lado até que em Junho de 1.999 a FC I (Federação Cinológica Internacional) dividiu definitivamente o Akita em duas raças diferentes, todos os Akitas tem até o dia 31/ 12/99 para serem avaliados por trens juizes, os quais decidirão a qual tipo pertencem os exemplares.

Os nomes terão as seguintes definições: o americano passa a ser chamado de " GRANDE CÃO JAPONES" , o japonês continua a chamar-se "AKITA" e segue seu antigo padrão. Outra definição importante é a proibição dos cruzamentos entre as duas raças à partir de 01/01/2.000.

UMA LENDA - CURIOSIDADE

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A lenda mais bonita e mais conhecida no Japão é a do cão chamado "Hachiko".

"Hachiko" nasceu na província de Akita no ano de 1.923, seu proprietário , o professor Eisaburo Ueno do Departamento de Agricultura da Universidade Imperial que residia próximo a estação de trem de Shibuya, tomava o trem para trabalhar todos os dias, sempre acompanhado de Haciko que o esperava até a volta no fim do dia.

No dia 25 de maio de 1.925 quando Hachiko tinha por volta de 16 meses de idade, foi a estação esperar seu dono, como fazia todos os dias. Mas, naquela tarde Eisaburo havia falecido na Universidade em que trabalhava e sua espera foi em vão.

Durante os 10 anos que se seguiram Hachiko voltou todos os dias até a estação para esperar seu dono. Até que em 1.934 morreu. Em sua homenagem foi erguida uma estátua na estação de Shibuya, um tributo à fidelidade e lealdade da raça.

Também é considerado um amuleto de boa sorte. Ao nascimento de uma criança, a família recebe uma estatueta de Akita como desejo de saúde , felicidade e vida longa.

Quando há alguém doente, amigos dão ao enfermo esta estatueta, desejando pronta recuperação.

BELEZA

A escovação é importante para manter o pelo do Akita sempre bonito, principalmente na época da troca, onde o subpêlo e o pelo morto devem ser retirados.

Sua pelagem é semi longa, mas não causa maiores problemas. Os banhos devem ser dados ao menos 1 vez por mês. A limpeza dos ouvidos deve ser feitas à cada 15 dias.

PADRÃO - FCI-255 b (Manual de Exposição da Confederação Brasileira de Cinofilia - Bruno Tausz)

ASPECTO GERAL: de porte grande, construção sólida, bem proporcionado e substancioso, características de sexualidade bem definidas, com uma figura de elevada nobreza e dignidade em sua modéstia; valentão por constituição.

PROPORÇÕES IMPORTANTES: a relação de proporção entre a altura na cernelha e o comprimento do tronco é 10:11, sendo, nas fêmeas, ligeiramente mais longo.

TEMPERAMENTO E COMPORTAMENTO: decidido, fiel, dócil e receptivo. CABEÇA: crânio proporcional ao tronco. Testa larga com um stop bem definido e um sulco sagital bem visível mas, sem rugas. Bochechas, moderadamente, desenvolvidas. A cana nasal é reta com a trufa volumosa e preta, sendo admitida a trufa cor de carne para os exemplares brancos. Focinho de comprimento moderado, largo na raiz, diminuindo sem ser bicudo. Os lábios são bem fechados. Os dentes, fortes articulados em tesoura.

OLHOS: relativamente pequenos, triangulares, bem separados, de cor marrom escura. Melhor a cor mais escura.

ORELHAS: relativamente pequenas, grossas e triangulares, ligeiramente inclinada para a frente e eretas e inclinadas para frente, moderadamente separadas e sutilmente arredondada nas pontas.

PESCOÇO: grosso e musculoso, sem barbela e proporcional à cabeça.

TRONCO: dorso reto e forte. Lombo largo e musculoso. Peito profundo e antepeito bem desenvolvido. Costelas moderadamente arqueadas e o ventre bem recolhido.

CAUDA: de inserção alta, grossa e portada sempre bem enroscada sobre o dorso. Se for esticada, a ponta quase toca o jarrete.

MEMBROS ANTERIORES: ombros moderadamente inclinados e desenvolvidos, membros retos e boa ossatura, cotovelos bem ajustados.

MEMBROS POSTERIORES: bem desenvolvidos, fortes e, moderadamente, angulados. PATAS: fortes, redondas, arqueadas e compactas.

MOVIMENTAÇÃO: elástica e potente.

PELAGEM: pêlo duro e reto, com um subpêlo macio e denso; a cernelha e a garupa são revestidos com uma pelagem ligeiramente mais longa; os pêlos da cauda são ligeiramente mais longos.

COR: ruivo (vermelho), sésamo (gergelim), tigrado e branco. Com exceção do branco, todas essas cores deverão ter "URAJIRO". (URAJIRO = pelagem esbranquiçada nas laterais do focinho, nas bochechas, sob o queixo e no pescoço, no peito, toda a linha inferior e face medial dos membros).

TALHE: altura na cernelha: machos 67 cm. fêmeas 61 cm. Com uma tolerância de, mais ou menos, 3 cm.

FALTAS:

  • qualquer desvio, dos termos deste padrão, deve ser considerado como falta e penalizado na exata proporção de sua gravidade.
  • Máscara preta deve ser considerado falta.
  • Manchas brancas são toleradas, mas a ausência delas é preferível.
  • Medo.
  • Prognatismo superior ou inferior.
  • Língua manchada.
  • Características de sexualidade reversas.
  • Íris de cor clara.
  • Falta de dentes.
  • Cauda curta.
  • DESQUALIFICAÇÕES:

    Orelhas caídas ou semicaídas.

  • Cauda pendente.

  • Pêlos longos (peludo).

     

    NOTA: os machos devem apresentar dois testículos, de aparência normal, bem desenvolvidos e acomodados na bolsa escrotal.

     

segunda 30 maio 2011 17:37 , em Raças de Cães


AIDI

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Origem: Marrocos
Nome de Origem: Chien de Montagne de l'Atlas - Aïdi
Utilização: Guarda e companhia.

 

ASPECTO GERAL

- compacto, audacioso, notável por sua potência e mobilidade, bem musculado, resistente, fortemente construído sem ser desajeitado, possuindo uma espessa e cerrada pelagem que o protege tanto do calor quanto do frio das montanhas nativas. Essa lã fornece uma armadura protetora nas sua lutas que o atlas tem que empreender contra chacais e outros predadores. Ele possui um olhar indiscutivelmente penetrante, fixo, atento sempre pronto a cumprir seu papel de guardião. Em algumas regiões do Marrocos é costume amputar as orelhas e mesmo a cauda dos cães de trabalho.
PROPORÇÕES -
  • Comprimento (ponta dos ombros-ponta das nádegas) / altura (na cer-nelha) 10 : 9
  • profundidade de peito / altura na cernelha 1 : 2
  • comprimento do focinho / comprimento da cabeça 11 : 24
  • comprimento do crânio / largura do crânio 1 : 1
TALHE  
• Altura na Cernelha
Macho: Altura Máxima - 62 cm
Altura Mínima - 52 cm
Altura Ideal - Padrão não comenta
Blog de amigaanimal : Amiga  Animal, AIDI
Fêmea: Altura Máxima - 62 cm
Altura Mínima - 52 cm
Altura Ideal - Padrão não comenta
• Comprimento - Comprimento (ponta dos ombros-ponta das nádegas) / altura (na cernelha) 10 : 9
• Peso - Padrão não comenta
TEMPERAMENTO - muito confiável, afeiçoado e dócil com seu dono e membros da família, o cão do atlas revela um notável e inerente comportamento de proteção. Sempre alerta instintivamente avalia a gravidade e a proximidade do perigo e, corajosamente, oferece uma resposta eficiente e apropriada.
PELE - flexível e resistente.
PELAGEM - Pêlo: grosso, preferencialmente áspero, comprimento médio, cerca de 6 cm ou mais, na face e orelhas onde é curto e mais refinado. No pescoço e sob a garganta, forma uma juba especialmente nos machos. Os Culo-tes e cauda são revestidos com pêlos muito longos e bem fartos.
COR - as cores da pelagem são muito variadas.
  • Fulvo: da cor areia esmaecida ao vermelho profundo. Essas pelagem podem ser tigradas, com cobertura preta ou portando um manto de qualquer azul. Este manto pode ser bem amplo.
  • Marrom: do beije às nuanças de pão queimado. Os tons mais claros podem ter mantos de com marrom mais escuro.
  • Preto.
Todas essas pelagem podem ter pontos com branco, os pontos podem ir de poucas e discretas marcas até a completa cobertura (pelagem bran-ca). Os lábios e trufa devem ser sempre fortemente pigmentados de preto ou marrom (dependendo da cor da pelagem).
Arlequins, azuis e isabelas não são aceitáveis.
CABEÇA - forte e pesada, bem proporcionada em relação ao conjunto, seu formato geral é cônico; sem rugas nem musculatura proeminente; a ossatura malar não é cinzelada e conecta o crânio com o focinho no mesmo plano sem interrupção.
REGIÃO CRANIANA
• Crânio - plano e largo; um leve sulco frontal aparece e a protuberância occipital, embora presente é escassamente perceptível.
• Stop - apenas levemente definido.
REGIÃO FACIAL
• Focinho - cônico como o restante da cabeça, é apreciável mais curto do que o crânio; o stop é inclinado e não muito definido.
• Trufa - preta ou marrom em harmonia com a cor da pelagem, é razoavelmente larga com narinas bem abertas.
• Lábios - finos, ajustados, pretos ou marrons de acordo com a cor da pelagem.
• Bochecha - Padrão não comenta
• Mordedura - Maxilares: fortes, dotados com dentes bem inseridos, poderosos, bran-cos e alinhados.
Dentes: mordedura em torquês (incisivos topo com topo). Mordedura em tesoura ou tesoura invertida sem perda de contato entre os incisivos superiores e inferiores é tolerada.
• Olhos - tamanho moderado, escuros, variando com a cor da pelagem do âmbar ao marrom dourado. Inseridos ligeiramente oblíquos e bem pig-mentados. As pálpebras parecem pintadas com pelagens mais claras. O olhar fixo é bem alerta, atento e inspetor.
• Orelhas - de comprimento médio com as pontas ligeiramente arredondadas, são inseridas de forma oblíqua de modo a deixar o crânio evidenciado, são portadas semi-caídas, elevadas para a frente quando em alerta e às vezes portadas para trás, quando em repouso.
PESCOÇO - poderoso, bem musculado, sem barbelas.
TRONCO
• Linha superior - mostra uma ligeira depressão de perfil, sem ser selada.
• Cernelha - Padrão não comenta
• Dorso - largo, bem musculado de razoável comprimento.
• Peito - de amplitude adquada, longo e bem profundo, alcançando, no mínimo, o nível dos cotovelos.
• Costelas - ligeiramente arqueadas.
• Ventre - Padrão não comenta
• Lombo - ligeiramente arqueado.
• Garupa - harmoniosamente inclinada
MEMBROS
Anteriores - Padrão não comenta
• Ombros - oblíquos, cernelha claramente definida, angulação escápulo-umeral em torno de 100˚.
• Braços - oblíquos, cernelha claramente definida, angulação escápulo-umeral em torno de 100˚.
• Cotovelos - Padrão não comenta
• Antebraços - retos, solidamente construídos e moderadamente musculados.
• Carpos - Padrão não comenta
• Metacarpos - curtos e quase verticais.
• Patas - praticamente redondas, com almofadas espessas e fortes unhas cuja cor depende da cor da pelagem.
Posteriores - Padrão não comenta
• Coxas - a asa do ilíaco é muito pronunciada, as coxas são bem musculadas sem exageros e bem descidas.
• Joelhos - Padrão não comenta
• Pernas - a angulação no joelho é obtusa, o que levanta a garupa e confere essa aparência de profundidade em relação à cernelha.
• Metatarsos - Padrão não comenta
• Jarretes - Padrão não comenta
• Patas - praticamente redondas com almofadas espessas e fortes unhas cuja cor depende da cor da pelagem.
CAUDA - longa, alcançando, no mínimo os jarretes, inserida na extensão da linha da garupa, portada baixa, em cimitarra, quando em repouso. A cauda é bem cerrada e rica em plumagem revela raça pura. Em movimento, o cão porta a cauda mais alta. A cauda jamais deve ficar perma-nentemente portada enrolada sobre o dorso.
MOVIMENTAÇÃO - passo, trote e galope: sem hackney (ação alta nos anteriores) e com suficiente alcance de passada. Andadura natural: curta, trote rápido, trilha única. Nesse passo o cão do atlas parece infatigável.

segunda 06 dezembro 2010 08:39 , em Raças de Cães


AFGHAN HOUND

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Origem: Afeganistão.com patronagem da Grã Bretanha.
Nome de Origem: AFGHAN HOUND
Utilização: Caça e companhia.

ASPECTO GERAL

- dão a impressão de força e dignidade, combinando velocidade e vigor. A cabeça‚ portada alta.
PROPORÇÕES - Padrão não comenta
TALHE  
• Altura na Cernelha
Macho: Altura Máxima - 74 cm.
Altura Mínima - 68 cm.
Altura Ideal - Padrão não comenta
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Fêmea: Altura Máxima - 69 cm.
Altura Mínima - 63 cm.
Altura Ideal - Padrão não comenta
• Comprimento - Padrão não comenta
• Peso - Padrão não comenta
TEMPERAMENTO - expressão oriental é típica da raça. O olhar do Afghan é distante e parece ver através das pessoas. Digno e indiferente, com certa coragem e determinação.
PELE - Padrão não comenta
PELAGEM - Pêlos: pelagem longa e de textura muito fina na região das costelas, nos membros e nos flancos. Nos cães maduros, o pêlo é curto e assentado ao longo de toda a linha superior. Pêlos longos desde a testa para trás, com um « topete » característico. No focinho os pêlos são curtos. Orelhas e membros bem revestidos. Metacarpos podem ser desnudos. A pelagem deve desenvolver-se naturalmente. Qualquer evidência de tosa ou corte com tesoura deve ser penalizada.
COR - todas as cores são aceitas.
CABEÇA - Padrão não comenta
REGIÃO CRANIANA
• Crânio - longo, não muito estreito, com occipital proeminente. Bem balanceado encimado por um longo « topete ».
• Stop - leve.
REGIÃO FACIAL
• Focinho - longo, maxilares de presas fortes.
• Trufa - preferivelmente, preta sendo a cor fígado aceitável em exemplares de pelagem clara.
• Lábios - Padrão não comenta
• Bochecha - Padrão não comenta
• Mordedura - maxilares fortes, com uma mordedura em tesoura perfeita, regular e completa, isto é, os incisivos superiores ultrapassam os inferiores, tocando-os com a face interna e são nascidos ortogonalmente aos maxilares. A mordedura em torquês é tolerada.
• Olhos - escuros de preferência, mas a cor dourada não está proibida. Quase triangulares, ligeiramente inclinados para cima do canto medial para o canto distal.
• Orelhas - inserção baixa e bem posterior, portada rente às faces. Revestidas com pêlos longos e sedosos.
PESCOÇO - longo, forte com porte orgulhoso da cabeça.
TRONCO
• Linha superior - Padrão não comenta
• Cernelha - Padrão não comenta
• Dorso - nivelado, de comprimento moderado, bem musculado.
• Peito - bom arqueamento de costelas e boa profundidade de peito.
• Costelas - Padrão não comenta
• Ventre - Padrão não comenta
• Lombo - reto, largo e preferencialmente curto.
• Garupa - ligeiramente caída. A ossatura ilíaca proeminente e ossos bem afastados.
MEMBROS
Anteriores - retos com boa ossatura.
• Ombros - longos e inclinados, bem para trás, bem musculosos e robustos sem serem carregados, retos quando visto pela frente.
• Braços - Padrão não comenta
• Cotovelos - trabalhando ajustados rente ao tórax e corretamente direcionados para frente.

• Antebraços - Padrão não comenta
• Carpos - Padrão não comenta
• Metacarpos - longos e flexíveis.
• Patas - fortes com muita extensão em ambos, comprimento e largura, e revestidas com longa e densa pelagem; dígitos arqueados. Almofadas bem posicionadas no solo.
Posteriores - poderosos. Muito longos entre a garupa e jarretes com distância comparativamente curta entre os jarretes e as patas.
• Coxas - Padrão não comenta
• Joelhos - bem angulados e bem direcionados.
• Pernas - Padrão não comenta
• Metatarsos - ergôs podem ser removidos.
• Jarretes - Padrão não comenta
• Patas - longas, mas não tanto quanto as anteriores, revestidas com longa e densa pelagem.
CAUDA - não muito curta. Inserção baixa com um anel na extremidade. Elevada quando em ação. Esparsamente franjada.
MOVIMENTAÇÃO - suave e elástica, com estilo de alta classe.

segunda 06 dezembro 2010 08:34 , em Raças de Cães


AFFENPINSCHER

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                                  Histórico

Originariamente o affenpinscher é um cão de companhia na região Sul da Alemanha. Seus ancestrais foram pintados por Albrecht Dürer (1471 - 1528) em suas xilogravuras. Os primeiros registros do affenpinscher remontam a 1879. Esses cães toy foram muito populares por volta da virada do século, eles evoluíram a partir do pinscher de pêlo duro. O anel áspero de pêlos em torno da cabeça enfatiza a expressão simiesca. As cores variam do cinza uniforme amarelado, avermelhado ou cinza claro ao cinza escuro, cinza-preto e preto puro.

Origem: Alemanha.
Nome de Origem: Affenpinscher
Utilização: Guarda e companhia.

ASPECTO GERAL

- é um cão de pêlo áspero, pequeno e compacto com uma expressão simiesca.
PROPORÇÕES - A relação de proporção entre o comprimento e a altura na cernelha deve fazer sua construção parecer inscrita num qua-drado.
TALHE  
• Altura na Cernelha
Macho: Altura Máxima - 25 cm.
Altura Mínima - 30 cm.
Altura Ideal - 27 cm
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Fêmea: Altura Máxima - 25 cm.
Altura Mínima - 30 cm.
Altura Ideal - 27 cm
• Comprimento - Padrão não comenta
• Peso - Padrão não comenta
TEMPERAMENTO - destemido, alerta, persistente e devotado, por vezes com uma irritabilidade furibunda por baixo nível de excitação (pavio curto). Ele é um agradável cão de família sob todos os aspectos.
PELE - ajustada em todo o corpo.
PELAGEM - Pêlos: pelagem áspera e densa. A cabeça é tipicamente ador-nada por sobrancelhas cerradas, eriçadas como guirlandas cir-cundando os olhos, por uma expressiva barba, por um topete e pelos pêlos nas bochechas. A pelagem na cabeça deve ser dura, espalhada e eriçadas ao máximo. Isso contribui essencialmente para o aspecto simiesco da expressão geral.
COR - preto puro com subpelagem preta.
CABEÇA - Padrão não comenta
REGIÃO CRANIANA
• Crânio - mais para redondo que alongado, no conjunto não muito pesado, bem arqueado com testa pronunciada.
• Stop - claramente definido.
REGIÃO FACIAL
• Focinho - curto e reto, sem ser curvado para cima. Cana nasal reta.
• Trufa - narinas bem abertas
• Lábios - bem ajustados aos maxilares e pretos.
• Bochecha - Padrão não comenta
• Mordedura - dentadura completa (42 dentes) de dentes brancos puros. A mandíbula se projeta à frente da maxila e ligeiramente curvada para cima. Numa boca sadia, os incisivos são inseridos o mais uniformemente possível num alinhamento em ligeira curva. Nem os caninos e incisivos, nem a língua devem ficar à mostra com a boca fechada. A ausência de dois dos PM1, PM2 ou PM3 ou a combinação de dois desses dentes é tolerada.
• Olhos - escuros, mais para redondos e cheios. A orla das pálpebras é pigmentada de preto emoldurada por um círculo de pêlos ásperos.
• Orelhas - de inserção alta, portadas uniformemente, voltadas para frente. Formato em "V", as bordas internas caídas rente às faces. As orelhas eretas devem ser pequenas, uniformemente eretas e portadas o mais empinadas possível.
PESCOÇO - reto, forte, mais para curto com uma forte inserção. A garganta deve ter pele ajustada sem barbelas.
TRONCO
• Linha superior - ligeiramente inclinada numa linha quase reta desde a cernelha até a garupa.Tronco forte, quadrado e compacto.
• Cernelha - formando o ponto mais alto da linha superior.
• Dorso - forte, curto e tenso.
• Peito - apenas ligeiramente achatado nas laterais, moderadamente largo, atingindo além do nível dos cotovelos.
• Costelas - Padrão não comenta
• Ventre - moderadamente esgalgado.
• Lombo - curto e forte. A distância da última costela até a garupa é curta para fazer o cão parecer compacto.
• Garupa - curta, ligeiramente arredondada, fundindo-se imper-ceptivelmente com a raiz da cauda.
MEMBROS
Anteriores - fortes, retas, paralelas sem serem muito próximas.
• Ombros - Bem musculados. A escápula é longa, inclinada (num ângulo de aproximadamente 45˚) e plana.
• Braços - ajustados rentes ao tronco, fortes e musculosos.
• Cotovelos - trabalhando ajustados ao tórax e corretamente direcionados para a frente.
• Antebraços - fortemente desenvolvidos. Vistos de qualquer ângulo, retos.
• Carpos - Padrão não comenta
• Metacarpos - vistos de frente, verticais. De perfil, ligeiramente inclinados para o solo. Fortemente desenvolvidos e musculados.
• Patas - curtas e redondas. Dígitos bem compactos e arqueados (patas de gato), almofadas resistentes, unhas curtas, fortes e pretas.
Posteriores - vistos de perfil, permanecem oblíquos com angulação moderada. Vistos por trás, paralelos.
• Coxas - largas e fortemente musculadas.
• Joelhos - corretamente direcionados para a frente.
• Pernas - longas e fortes.
• Metatarsos - verticais.
• Jarretes - moderadamente angulados.
• Patas - algo mais longas que as anteriores. Dígitos bem compactos e arqueados. Unhas curtas e pretas.
CAUDA - natural; almeja-se o porte em forma de sabre ou foice.
MOVIMENTAÇÃO - relaxada, fluente, afetada com propulsão posterior moderada. Visto de frente e por trás, corretamente direcionado para a frente e paralelo.
FALTAS: -
  • Constituição desajeitado, leve, baixo ou pernalta.
  • Olhos claros.
  • Orelhas de inserção baixa, longas ou portada em desalinho.
  • Orelhas esvoaçantes.
  • Muito longo, esgalgado ou dorso flácido.
  • Dorso carpeado.
  • Garupa caída.
  • Inserção da cauda inclinada em direção a cabeça.
  • Posteriores muito angulados ou jarretes abertos.
  • Patas longas.
  • Pelagem curta, macia, ondulada, felpuda, sedosa, branca ou manchada.
  • Ultrapassagem da altura em mais de 1 cm.
 


 

segunda 06 dezembro 2010 08:20 , em Raças de Cães



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