medicina veterinária

Implante de microchip faz tutor encontrar gato perdido há 5 anos

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Cinco anos atrás, uma gata chamada Willow foi perido em Boulder, no Colorado, EUA. Ela foi encontrada nesta semana, a 2.900 quilômetros de distância, em Nova York. Como seus tutores a encontraram? Graças a um microchip e uma boa dose de sorte.

Na história, Willow decidiu comprar cigarros e nunca mais voltou. Seus donos explicaram que a família desistiu de encontrá-la após certo tempo, já que há "um monte de coiotes" e corujas na área, e a conclusão era de que ela havia sido devorada. Ela estava vivinha da silva, em Nova York.

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Nós nunca saberemos exatamente como ela chegou em Nova York. Talvez ela tenha ido a pé; talvez ela tenha se apaixonado por um caminhoneiro que decidiu dar uma carona; ou talvez ela tenha pegado um trem de carga, vivendo na estrada a base de feijão enlatado cozido em barris usados como fogueira e atravessando todo o país. Um porta-voz do centro de Controle & Cuidado de Animais de Nova York disse que Willow está em "ótimas condições, limpas e um pouco gordinha", então obviamente ela arranjou alguém para cuidar dela na cidade grande.

Microchips para animais são aparelhos com RFID passivo, e não precisam de energia própria para funcionar. Assim, eles perduram por toda a vida do animal. O chip tem o tamanho de um grão de arroz e custa cerca de US$100. Escanear o chip é a atitude padrão quando um animal perdido é encontrado pelas autoridades, e a parte mais chata é descobrir qual dos milhares de serviços de dados de animais tem as informações do tutor.

A tutora de Willow brincou dizendo que todos seus animais são chipados, e ela colocaria um microchip em seu filho se pudesse. Mas, sério, se foi tão fácil assim reunir um gato perdido e sua família após cinco anos e metade dos EUA atravessado, por que nós não microchipamos basicamente tudo que usamos em nossas vidas?

Com informações do NY Times, The Atlantic, Wikipedia, LA Times.

quinta 15 setembro 2011 17:56 , em medicina veterinária


Estudo inédito aponta as principais doenças que acometem cães e gatos

Um estudo inédito realizado durante 2,1 milhões de atendimentos clínicos de cães e cerca de 450 mil gatos em 770 hospitais veterinários de 43 estados norte-americanos identificou as doenças corriqueiras que estão afetando os animais nos últimos anos.
 

“Por meio do nosso compromisso em oferecer um mundo melhor para os animais, queremos utilizar o nosso conhecimento para ajudar os veterinários e tutores a  cuidarem de seus animais, além de sensibilizar para os problemas de saúde que afetam cães e gatos.”, explica Jeffrey Klausner, diretor-médico do Banfield Pet Hospital, empresa da Mars, responsável pelo levantamento.

Entre os principais diagnósticos registrados em animais estão:

• Diabetes- desde 2006, tem havido um aumento de 32% de diabetes canina e um aumento de 16% de casos em felinos;

• Dirofilariose- a doença parasitária que afeta os corações dos cães é um dos três maiores riscos de saúde para animais no sul dos Estados Unidos;

• Problemas dentários – a doença mais comum entre cães e gatos, afetando 68% dos gatos e 78% dos cães com idade superior a 3 anos. A doença dentária tem sido associada a alterações no fígado, rins e funções cardíacas;

• Otite externa (infecção do ouvido) – a segunda doença mais comum tem tido um aumento de 9,4% em cães e um aumento de 34%  em gatos desde 2006;

• Pulgas e Carrapatos- a proporção de infestação de pulgas aumentou 16% em cães e gatos em 12% nos últimos cinco anos;

• Parasitas internos  – lombrigas, tênias e solitárias podem ser transmitidas para os seres humanos. Ascarídeos, ancilostomídeos e nematódeos têm aumentado em gatos desde 2006, enquanto ancilostomídeos e nematódeos têm crescido na população canina.

A a médica veterinária Cristiane Astrini, diretora da Call Vet Clínica Veterinária, esclarece como prevenir e detectar algumas das doenças apontadas no estudo americano visando melhorar a qualidade e aumentar a expectativa de vida de cães e gatos brasileiros.

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Diabetes

Prevenção: evitar a obesidade em cães e gatos, que é um fator predisponente; evitar que os animais consumam uma dieta rica em lipídeos e açúcares;

Sintomas: forma simples de detectar o diabetes é observando a presença de formigas no local onde o animal urinou, o que sugere a presença de glicose na urina. Pode-se também observar no animal os 4 Ps: poliúria ( urinar demais), polidipsia ( beber água de forma exagerada), polifagia ( desejo exagerado de comer) e perda repentina de peso sem motivo aparente, como restrição de alimento por exemplo.

Diagnóstico: Quando houver suspeita de Diabetes, o animal deverá ser levado ao médico veterinário para que um teste de glicemia de jejum seja feito. Devemos fazer a glicemia de jejum a cada 2 meses em animais com suspeita de Diabetes e em animais com o diabetes já diagnosticado o controle da glicemia deverá ser diário até ser estabilizado com o uso de insulina e mudança na alimentação. O manejo alimentar terá que ser alterado, mudando-se a ração para uma ração específica para animais diabéticos. Também, terá de ser estabelecido um tratamento a base de aplicações de insulina.

Otite

É uma infecção no conduto auditivo, que pode ser causada por bactérias, fungos ou ácaros. Ela causa prurido, dor, vermelhidão, odor forte , produção exacerbada  de cerúmen, que poderá estar com a coloração alterada.

Prevenção:  animais com orelhas caídas são mais susceptíveis a otites. O animal deverá ser levado ao veterinário sempre que os sintomas acima forem observados, ou a cada 6 meses para consulta de rotina. Devemos sempre orientar as pessoas que dão banho no animal para proteger bem os ouvidos e não permitir que entre água nos condutos. Depois do banho os ouvidos devem ser secos com algodão.

Sintomas:  o tutor geralmente detecta essas alterações e percebe que seu cão balança as orelhas, e então o leva ao veterinário.

Diagnóstico:  o clínico, através da otoscopia, que é a visualização do conduto auditivo com o uso do otoscópio, vai diagnosticar o problema. Exames complementares como a análise da secreção otológica poderão ser necessários para o diagnostico do tipo de otite que o animal apresenta. A partir daí um tratamento será instituido, com o uso de pomadas otológicas, soluções limpadoras de conduto auditivo e em casos mais graves medicação sistêmica.

Dirofilariose

Surge através da picada de um mosquito hospedeiro do agente patógeno. Esse mosquito se tornou hospedeiro picando outro cão contaminado. Essa doença pode ficar sem manifestar sintomas por longos períodos da vida do animal, a não ser que a infestação seja muito grande, causando assim uma insuficiência cardíaca.

Sintomas: o animal passa a ter então os sintomas dessa insuficiência, como cansaço, tosse, cianose ( mucosas de coloração azulada), ascite ( ou barriga d’água) e edema pulmonar em casos graves.Blog de amigaanimal : Amiga  Animal, Estudo inédito aponta as principais doenças que acometem cães e gatos

Problemas dentários

Prevenção: a profilaxia deve ser feita através da escovação diária dos dentes, com o uso de creme dental próprio para animais, que pode ser deglutido porque não contem saponáceos e flúor, que poderão causar toxicidade nos animais. O uso de biscoitos e ossinhos que ajudam a limpar os dentes também é valido, mas não substitui a escovação. A cada 6 meses o animal deverá passar por uma consulta veterinária, onde o clínico vai examinar a cavidade oral e avaliar a necessidade ou não de uma limpeza.

Procedimentos: quando os cálculos dentários conhecidos vulgarmente como tártaro já se instalaram nos dentes, o que se deve fazer é o procedimento de raspagem, polimento e fluoração dos dentes. Esse procedimento deverá ser obrigatoriamente realizado sob o efeito de anestesia geral, pois em alguns pontos poderá ser doloroso e porque há a necessidade de acessar a face interna dos dentes, além dos dentes molares que ficam no fundo da cavidade oral. O animal acordado jamais permitirá a manipulação desses locais, prejudicando a qualidade do procedimento e levando a riscos de traumas na boca, uma vez que os instrumentos utilizados para a remoção do tártaro são afiados e pontiagudos. A raspagem poderá ser realizada com o uso de curetas ou com um aparelho de ultrassom. Ela visa remover as placas de tártaro. Depois, um polimento deverá ser realizado, no intuito de deixar a superfície do dente bem lisa, para dificultar a aderencia da placa bacteriana no dente novamente. Por fim, um banho de flúor é aplicado nos dentes.

Pulgas e Carrapatos

Animais que frequentam a rua ou locais com aglomeração de outros animais estão mais susceptíveis a adquirir pulgas e carrapatos. Por isso, o uso de ectoparasiticidas deve ser feito de forma regular, uma vez ao mês. Além disso, sabe-se que quando há uma infestação, apenas o tratamento do animal não é o suficiente. Devemos tratar também o ambiente onde o indivíduo vive, pois lá existe um grande número de ovos, larvas e pupas dos ectoparasitas. Animais alérgicos podem sofrer muito com pulgas, pois basta uma picada para que eles tenham a liberação de uma substância no corpo chamada histamina, que vai causar um prurido intenso por toda a superfície corpórea e por longos períodos de tempo. Carrapatos podem ser responsáveis pela transmissão de várias doenças sérias, que, se não diagnosticadas e tratadas a tempo, poderão até levar ao óbito do paciente.

Parasitas internos

Podem ser adquiridos através da ingestão de ovos de parasitas, que pode ocorrer com o indivíduo pisando em sujidades de outros cães na rua e depois lambendo as patas. Também, lambendo diretamente sujidades nas calçadas ou, ainda ingerindo água contaminada. A prevalência poderá ser maior em locais com grande concentração de animais.

Prevenção: animais deverão realizar o exame parasitológico de fezes a cada 4 meses, no intuito de detectar infestações de parasitas intestinais. O uso indiscriminado de parasiticidas é contra indicado, pois poderá gerar resistência parasitária. O tratamento correto deverá ser indicado pelo veterinário, levando em consideração o peso do animal.

A dra. Cristiane Astrini também alerta para outras doenças  comuns em cães e gatos, como problemas dermatológicos, otopatias, nefropatias e problemas oncológicos. Portanto a qualquer sinal de mudança procure um médico veterinário de confiança.

Serviço:

Banfield Pet Hospital – http://www.banfield.com.

Call Vet – www.callvet.com.br

 

quinta 12 maio 2011 15:03 , em medicina veterinária


Gato ganha próteses após perder as patas traseiras em acidente

Blog de amigaanimal : Amiga  Animal, Gato ganha próteses após perder as patas traseiras em acidenteOscar, 2 anos, já gastou uma das sete vidas que todo gato tem. Depois de ter perdido as duas patinhas traseiras em um acidente, voltou a caminhar, pular e correr como antes. O gatinho recebeu duas próteses biônicas feitas sob medida pelo cirurgião veterinário Noel Fitzpatrick. Passou por longo tempo de fisioterapia para reaprender a andar. O acidente ocorreu na Grã Bretanha, há alguns meses, quando foi surpreendido por uma colheitadeira enquanto tomava sol no campo.

A crença de que gato tem sete vidas deve ter surgido pelas próprias características desse felino que é ágil, resistente e dono de grande equilíbrio. Quando cai, em geral, consegue se equilibar sobre as quatro patas e dificilmente se machuca, graças ao seu corpo flexível. Também tem excelentes visão e audição, que o ajudam a escapar de outros predadores.

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Mas há quem diga que essa lenda surgiu da Idade Média, quando os gatos eram queimados junto com as bruxas e os magos. Como muitas pessoas ficavam com dó, escondiam os animais que eram criados secretamente. Assim, sua população nunca acabava, o que reforçou a ideia de ele tem sete vidas, já que mesmo caçado, continuava aparecendo.

domingo 14 novembro 2010 13:43 , em medicina veterinária


Inspire-se com uma linda história de respeito e compaixão pelos animais

COMPTE_BLOGOF amigaanimal : Amiga  Animal, Inspire-se com uma linda história de respeito e compaixão pelos animais

Por Karen Heath* (Tradução Blog Amiga Animal)

Eu lembro bem da minha última refeição com carne: o quase mítico sanduíche de bacon. Eu o preparei, o comi e pensei: "É isso; meus dias de comer carne chegaram a um fim". E que alívio isso representou. Eu sabia há muito tempo que havia algo errado em comer animais, mas nunca tinha conseguido desistir. Isso foi 25 anos atrás.

Quando eu estava crescendo eu nunca tive exemplos de pessoas que não comiam carne em minha vida. Eu não conhecia nenhum vegetariano, mas eu sabia que eu deveria ser um deles. Meu pais às vezes chegava em casa depois de ter visto carneiros brincando em um campo e nesses dias declarava que ele não queria seu bife de cordeiro. Mas, além disso, nós éramos uma família que comia carne em toda refeição.

Depois de eliminar a carne da minha vida demorou alguns anos até eu me tornar vegana. Eu ainda me encontrava em processo de negação sobre a crueldade da indústria de laticínios e tinha essa imagem na minha cabeça de uma vaca feliz voluntariamente jorrando seu leite cremoso para dentro de um balde para que nós bebermos! Então um dia eu fiquei em uma fazenda leiteira e essa imagem se despedaçou. Não era nem mesmo uma fazenda ruim, de fato era uma dessas fazendas de família, daquelas bonitinhas que você vê em livros. Mas a realidade não era bonitinha - eu vi os bezerros sendo arrancados de suas mães para que as pessoas possam beber o leite que deveria ser deles. Os bezerros chupavam meu dedo ansiosamente e eu fiquei horrorizada ao tomar conhecimento daquilo que até então eu desconhecia.

Nesta mesma época eu comecei a resgatar animais, principalmente gatos, mas qualquer outro animal também. Tudo começou quando eu recolhi uma que havia sido atingida por um carro. A coisa escalou literalmente da noite para o dia e logo eu me tornei muito ativa em campanhas de castração e no trabalho com colônias de gatos não-domesticados. Mas eu acho que foi quando eu resgatei um cabrito perambulando nas ruas de Londres (sim, em Londres!) e eu o coloquei sentado no banco do passageiro do carro olhando pela janela que eu realmente me tornei vegana.

Como eu sempre gostei de cozinhar, não foi nada difícil. Eu senti falta de algumas receitas que não podem ser imitadas. Mas fica cada vez mais fácil a medida que novos produtos são lançados e eu sou, modéstia a parte, bastante inventiva!

Trabalhar com animais me dá certeza que se eu tenho uma certeza em relação ao futuro essa é que eu sei que eu nunca vou comer ou vestir qualquer coisa feita de algum animal ou contribuir para o sofrimento de animais de qualquer forma que esteja sob o meu controle. Com certeza eu não consigo ser tão boa quanto eu gostaria. Eu não sou perfeita e logo minhas ações afetam o planeta e seus habitantes. Eu mantenho um grupo de resgate de animais na Espanha, o que significa que minha pegada de carbono é pesada. Eu tenho que voar com freqüência mas eu tenho compensar minhas falhas onde é possível.

Eu sou ativa em vários tipos de campanhas no momento. As peles são notícias de novo. Eu sempre fico pasma ao ver um número grande de mulheres em geral inteligentes que saem por aí usando peles, as vezes até para passear com seus cães e declarando que amam animais. Eu adoro moda e sempre colecionei roupas de brechó mas nunca pele - como essas mulheres podem justificar isso? Eu acho estarrecedor e tenho sempre uma pilha enorme de panfletos na minha bolsa (que não é de couro) para distribuir assim que a estação das peles começa.

Além de existirem em um estado de negação em relação ao couro, um número ainda maior de pessoas que eu encontro tentam não pensar sobre a origem de sua comida. Eu fico comovida quando eles começam a dizer, "por favor, não me diga - é muito perturbador!". Há esperança. Com um pouco de ajuda, eles poderiam ser os veganos do futuro. É muito fácil!

*Karen Heath vive em Londres, de onde ela coordena o Mama Cat Trust, que opera principalmente na região de Cambrils na Espanha. Visite o website: http://www.mamacat.co.uk/

segunda 01 novembro 2010 14:40 , em medicina veterinária


Celebridades se unem contra o comércio de peles de animais

COMPTE_BLOGOF amigaanimal : Amiga  Animal, Celebridades se unem contra o comércio de peles de animaisPara coincidir com o London Fashion Week, a cantora Natalie Imbruglia reservou um tempo em sua agenda ocupada para narrar um vídeo antipeles para a PETA (ONG Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais). "Não existe uma maneira gentil de arrancar as peles dos animais", diz Imbruglia. Na narração, a cantora diz: "Qualquer um que use peles de animais também é culpado pela tortura e mortes horríveis de milhões de animais por ano."

Celebridades se unem contra a crueldade

Apesar de matar animais por sua pele ser proibido no Reino Unido, ainda é perfeitamente legal a importação de peles. Na China - maior exportador mundial de peles  - milhões de cães e gatos são mortos para o comércio internacional de peles. A pele é frequentemente tratada em outros países, tornando-se impossível dizer de onde veio e a qual espécie pertence. Animais em fazendas de peles chinesas são comumente esfolados vivos. Fazendas de peles europeias não são melhores - os animais são forçados a viver em imundas gaiolas superlotadas, antes de serem mortos sufocados por gás, por eletrochoque anal ou com o pescoço quebrado.

"Salvar os animais é tão simples como escolher alternativas sintéticas, ao invés de peles reais", diz Imbruglia no vídeo. Esta não é a primeira vez que Imbruglia ajudou o PETA a favor dos animais. Em 2008, ela estrelou uma bonita campanha com um coelho e dizia: "Tente dizer a ele: Trim, é apenas um pouco de pele".

Mais de 90% dos britânicos, bem como muitas das celebridades mais elegantes do mundo, incluindo Eva Mendes, Kate Winslet, Kelly Osbourne, Charlize Theron e Natalie Portman, aboliram o uso de peles de animais.

Muitos estilistas, incluindo Vivienne Westwood, Calvin Klein, Ralph Lauren e Stella McCartney, eliminaram a pele de seus projetos. E incontáveis grupos de varejo, desde lojas populares de rua como Topshop e Monsoon às lojas de departamento de luxo como a Harvey Nichols, House of Fraser e Selfridges, têm políticas de não utilização de pele nos produtos comercializados.

Junte-se a Natalie Imbruglia no combate ao comércio cruel de peles e ajude os milhões de animais no mundo que são espancados, eletrocutados e enforcados apenas por causa de suas peles. Entre no link abaixo e participe do abaixo assinado pelo fim do uso das peles dos animais. E não se esqueça de incentivar os seus amigos e familiares a fazerem o mesmo.

Acesse aqui o abaixo-assinado e participe dessa ação solidária.

segunda 25 outubro 2010 21:01 , em medicina veterinária


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