Governo da Malásia ignora sofrimento de orangotangos

Não é a primeira vez que o resort ‘A Famosa', em Malacca, Malásia, é alvo dos ativistas animais. O local já foi acusado por dopar um tigre para que os turistas pudessem tirar fotos com ele. E há mais de um ano, quando foi proibida a utilização de orangotangos em espetáculos de circo pelo país, foi aprovada uma lei específica para o resort proibindo-o também de usar os animais em apresentações.

Mas essa boa notícia não afetou a vida dos oito orangotangos que vivem no resort. Segundo informações da Animals Change, em vez de levá-los para um santuário, o resort aprisionou os macacos em jaulas apertadas e escuras, onde eles sofrem com a desnutrição, estresse e depressão.

As autoridades do governo dizem que conhecem a situação, mas ainda não fez nada a respeito. "Estes orangotangos estão trancados há mais de 18 meses, numa situação deplorável. As jaulas são totalmente estéreis e eles se sentam no cimento frio todos os dias", afirma o idealizador do abaixo-assinado, Shiva.

De acordo com Shiva, o Departamento de Vida Selvagem e Parques Nacionais tem ignorado os pedidos para que seja investigado qual é o tratamento dado aos orangotangos dentro do resort. Depois de serem ignorados por um ano e meio, os ativistas estão se voltando para outros funcionários do governo para que intervenham.

"Nature Alert [que teve participação decisiva na proibição dos circos] e milhares de pessoas de todo o mundo estão solicitando ao primeiro ministro da Malásia que peça ao Departamento de Vida Selvagem e Parques Nacionais que retire imediatamente os animais do resort e os envie a um santuário em Sabah", explicou Shiva. "Isso não apenas ajudaria os orangotangos, mas melhoraria a já manchada reputação do país", concluiu.
Graças à pressão internacional, no mês passado, autoridades da Malásia confiscaram dois orangotangos que sofriam maus tratos no Zoológico Johor. Abu foi mantido sozinho em uma gaiola que parecia uma masmorra. Já Shirley ficou conhecida porque fumava cigarros e comia tudo que os visitantes jogavam para ela. O sofrimento dos dois acabou agora e eles estão a caminho de um santuário com seu habitat natural.

O governo da Malásia entrou em cena para ajudar Shirley e Abu, então por que estão ignorando os oito orangotangos do resort? O diretor executivo da Nature Alert chamou isso de "o pior exemplo de crueldade com orangotangos já visto na Malásia."

O governo tomou conhecimento dos clamores públicos do passado. Agora eles precisam saber que as pessoas pelo mundo estão preocupadas com esses animais e que permitir a continuidade desse tipo de crueldade prejudica a reputação do país e o turismo.

Assine aqui o abaixo-assinado para salvar os animais.

quarta 28 setembro 2011 17:15 , em Exploração Animal


Grupos defendem a instalação de Delegacia de Animais em Rio Claro (SP)

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Ação visa a minimizar maus-tratos contra animais, bem como conscientizar a comunidade para a causa social (Foto: Reprodução)

Por semana, chega a seis o número de animais vítimas de maus-tratos em Rio Claro, SP,  segundo dados do Gada (Grupo de Apoio e Defesa dos Animais). Desses, dois são diagnosticados como tipo grave, cujas ocorrências envolvem de casos simples a torturas.

Considerando que muitos sofrem atrocidades a todo momento e que é preciso conscientizar as pessoas e orientá-las a denunciar esse tipo de atitude, estuda-se a criação da Delegacia de Proteção aos Animais em Rio Claro. Nesse sentido, o requerimento 3.922/2011, de autoria do vereador Valdir Andreeta, aprovado por unanimidade pelo Legislativo e encaminhado ao Poder Executivo, apoia a instalação da unidade no município, para que sejam combatidas as crueldades praticadas contra animais.

O documento reforça a existência da Lei de Crimes Ambientais 9.605/98, artigo 32, que prevê pena de detenção de três meses a um ano e multa aos infratores. Além disso, destaca o funcionamento de uma delegacia em Campinas, cujo trabalho age diretamente no caso e de forma imediata. "Com a unidade policial específica, é possível presenciar qualquer ocorrência ou emergência com animais que exija intervenção", destaca.

A Subcomissão de Defesa dos Direitos dos Animais, pertencente à Comissão de Meio Ambiente da OAB de Rio Claro, aprova integralmente a criação de uma Delegacia de Proteção Animal. "Somente uma delegacia de polícia especializada, sobretudo integrada por profissionais que tenham afinidade com o tema, será capaz de enfrentar o problema do crime de maus-tratos praticado contra animais com celeridade e eficiência", argumenta Mauro Cerri Neto, membro da Comissão.

Para Cerri, sem essa delegacia especializada, o combate aos crimes cometidos contra as pessoas, o patrimônio e a saúde pública têm prioridade sobre o combate ao crime de maus-tratos praticado contra animais, e esta realidade tem de mudar o quanto antes.

"Nossa Subcomissão não medirá esforços e colaborará no que for necessário para que a Delegacia de Proteção Animal seja realmente criada. Outros municípios que já possuem a sua obtiveram significativo sucesso no combate a esse tipo de crime e temos certeza de que em Rio Claro não será diferente", completa.

De acordo com a presidente do Gada, Roberta Escrivão, está circulando abaixo-assinado para que a comunidade manifeste o seu apoio à causa. "Temos três mil assinaturas até o momento, mas precisamos de cinco mil. O Gada está empenhado nesse projeto, com o intuito de minimizar os índices de maus-tratos registrados quase que diariamente, propondo estabelecer um trabalho específico com maior autonomia e poder de autuação", explica Campos.

No dia 30 de agosto, por exemplo, um aposentado de 65 anos foi preso por manter em condições inadequadas 28 animais em sua casa no Jardim Nova Rio Claro. A Guarda Civil Municipal compareceu ao local juntamente com o Gada , após receber denúncia de que um cachorro estaria sendo maltratado pelo dono. Havia dois cachorros, duas ovelhas adultas e dois filhotes, um cavalo, um porco, oito patos e 12 galinhas. O cavalo e o porco foram recolhidos pela Vigilância Patrimonial e levados para o piquete construído pela prefeitura no antigo matadouro. Os outros bichos foram recolhidos pela entidade.

Aos interessados em colaborar, o abaixo-assinado está disponível na rede social Facebook, página Roberta do Gada, e na sede da entidade. Local: Avenida 8 com Rua 1-B, s/nº, na linha férrea. Telefones: (19) 3023-0285/ 9164-2296 /3532-4115.

Vale ressaltar que toda pessoa que seja testemunha de atentados contra animais pode e deve comparecer à delegacia mais próxima e lavrar um Termo Circunstanciado, espécie de Boletim de Ocorrência (B.O.), citando o artigo 32. Conforme explica a Arca - Brasil (Associação Humanitária de Proteção e Bem-Estar Animal), caso haja recusa do delegado, cite o artigo 319 do Código Penal, que prevê crime de prevaricação: receber notícia de crime e recusar-se a cumpri-la. "Se houver demora ou omissão, entre em contato com o Ministério Público Estadual - Procuradoria de Meio Ambiente e Minorias", reforça. É possível enviar carta registrada descrevendo a situação do animal, o Distrito Policial e o nome do delegado que o atendeu. Você, também, pode encaminhar fax ou ir pessoalmente ao MP. Não é necessário advogado. Ministério Publico Estadual em São Paulo - (11) 3119-9000.

domingo 18 setembro 2011 11:55 , em Noticias


ONG lança campanha de arrecadação de ração para animais carentes

Somos dois grupos unificados, Adote um Animal criado por mim e o Espaço dos Animais, criado por Fernanda Almeida. Estamos em Belo Horizonte (MG) e juntas trabalhamos em prol dos animais. Só em BH infelizmente, existem mais de 50 mil animais abandonados, isto sem contabilizar, animais que estão em abrigos, lares temporários e ONGs.

Não temos sede física e não temos registro, isto é CNPJ. Somos pessoas físicas. Além de nós dois temos mais pessoas que apoiam o nosso trabalho voluntário.

Com a junção dos grupos, hoje temos aproximadamente 15.000 seguidores no facebook, no Orkut já ultrapassamos 1200 membros. E estamos buscando cada vez mais, pessoas que querem "Abraçar Esta Causa".

Já estamos na nossa 05ª Campanha "Barriguinha Cheia" para solicitar ajuda de ração e se possível remédios e agasalhos. Quando resgatamos um um animal, ele esta doente, com fome e carente.

A doações são feitas de várias formas, quando a pessoa tem interesse em fazer a doação em espécie, pedimos que ela mesma ligue para os parceiros e efetuem a compra de um determinado produto, ou para aqueles que não tem condições, recebemos, compramos e enviamos o comprovante de pagamento do produto escolhido por ela.

A nossa prestação de contas é feita através de fotos e recibos de entrega de produtos, e lógico quando recebemos dinheiro, fazemos uma planilha constando todos os depósitos e compras. Todos os produtos são entregue através dos parceiros. Nós mesmos fazemos a separação e definimos os destinos. Em nossa primeira Campanha, que foi de Agasalho, conseguimos ajudar aproximadamente 1000 cães, isso sem contabilizar as Campanhas para enchentes para cidades do interior e até mesmo em outras cidades como Petropolis, no RJ.

Temos também "Um Clique = Um Animal Feliz" , funciona com parceiras de empresas que doam um produto, é lógico que quando é algo direcionado aos animais fica mais facil pra gente trabalhar, mas quando não acontece, vendemos e ou fazemos rifa e o dinheiro é convertido para tratamentos, rações, remédios, castrações. Em troca, precisamos comprar com "novos cliques", e temos um tempo estipulado... e só com a ajuda de todos conseguimos fazer um peludo feliz.
Contato:
(31) 96055315
(31) 84542612

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domingo 18 setembro 2011 11:54 , em Agenda Animal


Gatinho que nasceu com duas cabeças tem pouca chance de sobreviver, no PI

Uma gata deu à luz um filhote com duas cabeças no município de São João do Piauí, 486 quilômetros ao sul de Teresina (PI). Segundo um veterinário, o animal tem poucas chances de sobreviver por conta da rara degeneração do feto.

O animal nasceu com apenas um corpo e duas cabeças unidas, cada uma com uma boca, um nariz e dois olhos. O gato foi achado na casa das senhoras Iraide e Angelita, na avenida Cândido Coelho, próximo ao distrito policial de São João. A tutora informou que a fêmea vivia na rua e deu cria pela primeira vez.

O veterinário Mauro Almeida da Silva foi ouvido pelo portal Sanjoanense e informou que a má formação do feto para esses casos pode ocorrer por fatores climáticos, químicos ou traumáticos. O especialista afirmou ter visto dois casos semelhantes, em um cachorro e um bezerro.

sexta 16 setembro 2011 17:07 , em Curiosidades


Tutor que punia cachorros com choques será julgado por maus-tratos

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Para manter o ‘bom comportamento' dos cachorros, descargas elétricas. A técnica funciona da seguinte maneira: por meio de um colar elétrico, dois pontos metálicos ficavam presos no pescoço do cachorro e emitiam uma descarga a cada latido que o animal dava. Era essa a situação de quatro cachorros encontrados em uma casa localizada em Voltri, Gênova, na Itália.

"Tivemos que intervir porque os vizinhos ouviam os ganidos e os lamentos dos cachorros", contou ao jornal la Repubblica Genova Gian Lorenzo Termanini, chefe da Guarda Ambiental e do núcleo de rádio móvel da polícia de Arenzano, que fica na mesma região.

"O que vi era pavoroso e executei o sequestro penal porque colares elétricos são proibidos por lei. Se trata, portanto, de maus-tratos de animais, sancionado pelo artigo 544 do Código Penal, que garante a prisão ou ainda uma multa de 3 a 15 mil euros."

Agora os quatro cachorros (dois estavam com o colar elétrico ativado) estão em um canil de Sestri Ponente, à espera da decisão da Justiça.

Mas se o colar é proibido, como o tutor dos cães conseguiu comprar? "Infelizmente, pela internet existem vários sites que vendem", explica o policial. Estão disponíveis dois tipos: um com um dispositivo acústico que aplica a descarga no momento que o cão late, e outro que pode ser ativado por radio comando, à distância.

O problema é cultural: muitas pessoas pensam que o latido do cachorro criará problemas com a vizinhança. Assim, para que isso não ocorra, os tutores recorrem a este sistema. Outros os prendem na adega ou colocam focinheiras muito estreitas e presas com velcro.

"Em Gênova ainda existe pouca cultura em relação aos cachorros, infelizmente", conclui Termanini.

sexta 16 setembro 2011 17:06 , em Noticias


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